sexta-feira, 15 de setembro de 2017

News do Dia: Bovespa sobe com perspectiva de avanço de reformas apesar de nova denúncia contra Temer
SigaOLucrosetembro 15, 2017 0 comentários

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SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice da bolsa paulista operava no azul nesta sexta-feira, com a percepção de que o governo ainda tem forças para avançar sua agenda de reformas se sobrepondo à cautela após nova denúncia contra o presidente Michel Temer.
Às 11:43, o Ibovespa subia 0,63 por cento, a 75.130 pontos. O giro financeiro era de 3,19 bilhões de reais.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou na noite passada o presidente Temer ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de organização criminosa e obstrução de investigações sob a acusação de liderar um esquema de desvio de recursos, pagamento de propina e outros delitos desde 2006 até os dias de hoje.
"Cabe agora ao Congresso mostrar se a denúncia será capaz de mudar o ritmo de tramitação de reformas. Como a oposição também está citada na denúncia, o efeito entre os políticos é de um pouco mais do mesmo, servindo de moeda de troca para interesses próprios", escreveram analistas da corretora Lerosa Investimentos, em nota a clientes.
No exterior, as atenções estão voltadas para as questões geopolíticas após uma explosão no metrô de Londres, que a polícia britânica está tratando como um ato terrorista, e do lançamento de um míssil pela Coreia do Norte, que ultrapassou o norte do Japão e caiu no Oceano Pacífico, aumentando ainda mais as tensões após o recente teste de Pyongyang de uma poderosa bomba nuclear.
DESTAQUES
- JBS ON (SA:JBSS3) avançava 3,14 por cento, engatando o terceiro pregão de ganhos, em meio ao noticiário intenso envolvendo seus executivos e a expectativa pela troca de comando da empresa. Na véspera, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin converteu as prisões temporárias dos executivos da J&F Joesley Batista e Ricardo Saud em preventivas e deu um prazo de dez dias para que eles se manifestem sobre o pedido do procurador-geral da República de rescisão da delação premiada. Além disso, também como pano de fundo estavam notícias publicadas pela mídia de que bancos de investimentos estão se movimentando para buscar candidatos interessados em comprar a JBS.
- BRASKEM PNA (SA:BRKM5) subia 0,9 por cento, após informar na véspera que assinou acordo para encerrar ação coletiva de investidores nos Estados Unidos, que prevê o pagamento pela Braskem de 10 milhões de dólares. Também no radar estava a elevação do preço-alvo para as ações da petroquímica feita pelo UBS, para 49 reais, ante 45 reais.
- VALE ON (SA:VALE3) avançava 0,92 por cento, em movimento de recuperação após acumular queda de 4,65 por cento nos dois pregões anteriores, apesar de nova queda para os contratos futuros do minério de ferro na China.
USIMINAS PNA (SA:USIM5) ganhava 3,68 por cento, CSN ON (SA:CSNA3) tinha alta de 3,95 por cento e GERDAU PN (SA:GGBR4) subia 2,26 por cento, apesar da queda nos contratos futuros de aço e minério de ferro na China. Segundo operadores, as ações do setor ganham suporte da perspectiva positiva em relação à agenda de privatizações, o que elevaria investimentos em infraestrutura.
PETROBRAS PN (SA:PETR4) tinha alta de 0,2 por cento e PETROBRAS ON(SA:PETR3) ganhava 0,26 por cento, em sessão de alguma volatilidade para os preços do petróleo no mercado internacional.
CESP PNB (SA:CESP6), que não faz parte do Ibovespa, caía 4,95 por cento, após o governo paulista suspender a privatização da empresa, que opera três hidrelétricas no Estado de São Paulo.
(Por Flavia Bohone)
Fonte: Investing
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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

News do Dia: O Departamento do Tesouro dos EUA ataques informáticos ao sistema financeiro dos EUA e contribuem para o conflito civil na Síria.
SigaOLucrosetembro 14, 2017 0 comentários

ECONOMIA - Washington
Washington, 14 de setembro (EFE) .- O Departamento de Tesouraria dos EUA Revolucionária, por facilitar ataques de computador contra o sistema financeiro dos EUA e contribuir para conflitos civis na Síria.
"Continuaremos a tomar medidas fortes para para combater as provocações do Irã, incluindo o apoio dos guardas revolucionários islâmicos e extremistas terroristas, a campanha de violência em curso na Síria e ataques cibernéticos destinados a desestabilizando o sistema financeiro dos EUA ", disse Steven Mnuchin, Secretário do Tesouro.
Entre os sancionados, acrescentou, é" uma empresa iraniana que colabora no mísseis balísticos de Teerã, duas companhias aéreas ucranianas que facilitam o envio de combatentes e armas para a Síria e hackers que executam ataques cibernéticos a instituições financeiras em EUA. "
Como resultado dessas designações, todos os ativos que essas entidades ou indivíduos podem ter sob a jurisdição dos EUA estão congelados e proibidos transações financeiras com eles.
O Irã e a Ucrânia assinaram um acordo com o Irã para fornecer equipamentos e tecnologia.
Por outro lado, as duas companhias aéreas sancionadas, com sede na Ucrânia, são as companhias aéreas Korth e Dart, acesso ao equipamento da companhia aérea iraniana Caspian Air, informou o Tesouro.
Finalmente, também foram impostas sanções às empresas de TI ITSec e à Mersad Co., e várias delas funcionários, responsáveis ​​por ataques cibernéticos maciços em 2011 e 2012 contra nove grandes instituições financeiras dos EUA.
Fonte: Invertalia
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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

News do Dia: Apple: Um celular de US$1.000 vai produzir uma empresa de US$1 trilhão?
SigaOLucrosetembro 13, 2017 0 comentários

© Reuters.
(Reuters) - Avaliado em cerca de 830 bilhões de dólares, o valor de mercado da Apple (NASDAQ:AAPL) no dia do lançamento de seu mais novo iPhone supera em muito o valor de seu próximo maior rival e Wall Street se pergunta: Será a primeira empresa listada a quebrar a marca Big T?
Se a história ensina algo, o lançamento do iPhone X - edição de 10 anos de aniversário do dispositivo - sinaliza que o marco de 1 trilhão de dólares pode ser batido ainda este ano.
As ações da Apple, em média, subiram 33 por cento no ano seguinte a cada um dos eventos de lançamento de seus iPhones, desde o primeiro, em 9 de janeiro de 2007. O papel subiu no ano seguinte aos anúncios em sete dos dez casos e caiu em três.
Em seu nível atual, as ações da Apple precisam subir quase 20 por cento para atingir a primeira capitalização de mercado de 13 dígitos.
Alguns analistas dizem que a família real saudita estabeleceu o valor da gigante de petróleo saudita Aramco em 2 trilhões de dólares ou mais, mas não há registros públicos para confirmar isso até sua oferta pública inicial de ações no ano que vem.
Dos 38 analistas de Wall Street que cobrem a Apple, dois já tem preços-alvo para a ação que prevêem um valor de mercado da empresa acima do nível de 1 trilhão de dólares.
Brian White, da Drexel Hamilton, cujo preço-alvo de 208 dólares para a ação é o mais alto de Wall Street e equivale a um valor de mercado de 1,075 trilhão de dólares com o número atual de papéis em circulação, voltou do evento de terça-feira convencido de que a ação ainda pode subir mais.
"Nós continuamos a acreditar que o papel da Apple não apenas se beneficiará com o próximo ciclo de iPhones, mas também da iniciativa de distribuição de capital da companhia, avaliação atrativa e potencial para novas inovações", escreveu White em uma nota a clientes. "Sendo assim, não acreditamos que a corrida da Apple se encerrará hoje (terça-feira) com o evento do iPhone, mas ainda tem um atraente potencial de crescimento".
Katy Huberty, do Morgan Stanley (NYSE:MS), disse em nota a clientes após o evento de terça-feira que as ferramentas de realidade aumentada na nova linha de celulares da Apple "tem o potencial de se tornar o próximo aplicativo de grande sucesso que acelera as atualizações de smartphones e impulsiona a monetização e crescimento de serviços".
O atual preço-alvo da analista para a ação da Apple é 182 dólares, 13 por cento acima do preço de fechamento de terça-feira de 160,86 dólares, com valor de mercado de 940 bilhões de dólares, mas Huberty tem um preço-alvo altista de 253 dólares para a ação, ou um pouco mais de 1,3 trilhão de dólares, com o atual número de ações em circulação.
As ações da Apple subiram 52 por cento no último ano.
Desde que a Apple anunciou pela primeira vez a linha de produtos iPhone em janeiro de 2007, suas ações se subiram mais de 1.200 por cento e entregaram um retorno total, incluindo dividendos reinvestidos, de mais de 1.375 por cento. Seu retorno total anualizado de 28,7 por cento nesse período é quase três vezes maior do que o registrado pelo índice Nasdaq Composite e quase quatro vezes o do índice de referência S&P 500.
E, embora os quase 1.150 dólares cobrados pelo iPhone X de 256 gigabites possam parecer um preço exorbitante, não é mais caro - em relação ao preço das ações da Apple - do que o primeiro iPhone em 2007. A versão top de linha do iPhone da primeira geração, que custava 599 dólares, valia um pouco mais do que sete ações da Apple naquele momento, aproximadamente o mesmo que hoje em termos nominais.
A Apple dividiu suas ações em uma base de 7 para 1 há três anos. Ajustando para isso, uma ação pré-dividida de Apple valeria um iPhone X quase completo hoje.
(Por Dan Burns)
Fonte: Investing
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terça-feira, 12 de setembro de 2017

News do Dia: Fique por dentro das 5 principais notícias do mercado desta terça-feira
SigaOLucrosetembro 12, 2017 0 comentários

© Reuters.
Confira as cinco principais notícias desta terça-feira, 12 de setembro, sobre os mercados financeiros:
1. Bolsas de todo o mundo estendem rali de alívio para atingirem recordes
As bolsas de valores de todo o mundo continuavam em alta, atingindo picos históricos, com investidores respirando aliviados pois os temores relativos à Coreia do Norte diminuíam e o pior cenário do furacão Irma parecia ter sido evitado.
Bolsas asiáticas atingiam seu maior nível desde o final de 2007, com referências em TóquioSeul e Xangai encerrando em território positivo.
Na Europa, as bolsas tinham amplos ganhos nas negociações durante a metade da manhã, com quase todas as grandes bolsas na região no azul.
Enquanto isso, o mercado futuro dos EUA indicava mais ganhos em Wall Street, um dia após o S&P 500 atingir máxima histórica, com as principais referências subindo em torno de 0,1% a 0,2%
2. Apple preparada para apresentar o iPhone X
A Apple (NASDAQ:AAPL) estará no centro das atenções pois revelará seu novo smartphone de topo de linha, que deverá se chamar iPhone X, em seu mais recente evento de lançamento de produtos. De acordo com informações, o novo telefone, que poderia chegar a custar US$ 1.200, terá uma tela sem bordas com cores mais ricas e reconhecimento facial.
Dois outros modelos, que terão o nome de iPhone 8 e iPhone 8 Plus, também deverão ser apresentados.
Além dos mais recentes smartphones, a Apple deverá anunciar vários produtos, como o HomePod, bem como uma grande atualização no Apple Watch e um Apple TV com definição mais alta.
O evento impactante acontecerá no Steve Jobs Theater no novo campus da empresa em forma de disco voador chamado Apple Park.
Ações da Apple, que fecharam em alta de quase 2% na segunda-feira, subiam mais 1,2% nas negociações antes do pregão.
3. Apostas em portos seguros continuam a diminuir
Investidores continuavam a comprar ativos arriscados e vender portos seguros como ouroiene japonês e títulos soberanos.
Preços do metal amarelo recuavam 0,4% para US$ 1.331,18, um dia após terem caído 1,2%, sua maior queda percentual em um dia desde o início de julho e bem abaixo do pico de um ano atingido na sexta-feira, que foi US$ 1.362,40.
Além disso, o dólar avançava 0,3% frente ao iene para 109,73 após ter subido 1,4% no dia anterior, seu maior aumento em um dia desde meados de janeiro e afastando-se de 107,32, mínima de 10 meses atingida na última sexta-feira.
Investidores também reduziam compras de títulos globais, fazendo com que os rendimentos dos títulos do Tesouros dos EUA e dos German Bunds ficassem mais altos pelo segundo dia seguido.
4. Libra sobe com inflação do Reino Unido saltando à máxima de 5 anos
Os preços ao consumidor no Reino Unido em agosto tiveram aumento de 2,9% em comparação ao ano anterior, afirmou o Escritório de Estatísticas Nacionais do país (ONS, na sigla em inglês), marcando o maior nível em mais de cinco anos. Economistas esperavam que a inflação subisse para a taxa de 2,8% no mês passado a partir de 2,6% em julho.
O núcleo da inflação também teve aumento maior do que o esperado pelos economistas, atingindo 2,7%, o mais alto desde 2011.
Os dados fizeram aumentar as especulações de que o Banco da Inglaterra poderia adotar um tom de mais endurecimento com relação às taxas de juros em sua próxima reunião de política monetária, ainda nesta semana.
A libra saltava frente ao dólar, avançando em torno de 0,7% para 1,3250 após ter chegado a 1,3283 no início da sessão, máxima de um ano (GBP/USD).
5. Petróleo cai com atenções se voltando aos dados dos estoques norte-americanos
Preços do petróleo caíam, já que investidores aguardavam os dados semanais dos EUA sobre estoques de petróleo bruto e produtos refinados para presar o impacto dos furacões Harvey e Irma na oferta e na demanda.
O Instituto Americano de Petróleo (API, na sigla em inglês), grupo do setor petrolífero, deve divulgar seu relatório semanal às 16h30 em horário local (17h30 em horário de Brasília) desta quarta-feira. Dados oficiais da Administração de Informação de Energia (EIA, na sigla em inglês) serão divulgados na quarta-feira, em meio a previsões de aumento dos estoques de petróleo em 2,3 milhões de barris.
petróleo dos EUA recuava US$ 0,23, ou cerca de 0,5%, para US$ 47,84 o barril, enquanto o petróleo Brent, referência para preços fora dos EUA caía US$ 0,25 para US$ 53,58.
Além dos dados da oferta, agentes de mercado aguardavam o relatório mensal da Organização dos Países Exportadores de Petróleo para avaliar os níveis mundiais de oferta e demanda. Os dados fornecerão aos investidores uma melhor forma de avaliar se o reequilíbrio global está acontecendo no mercado de petróleo.
Fonte: Investing
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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

News do Dia: BCE mantém juros em mínimas recordes e deixa porta aberta para mais estímulos monetários
SigaOLucrosetembro 07, 2017 0 comentários

© Reuters.
FRANKFURT (Reuters) - O Banco Central Europeu (BCE) reafirmou nesta quinta-feira sua política de afrouxamento monetário, deixando a porta aberta para crescentes compras de títulos e alimentando expectativas de que formalmente sinalizará sua intenção de reduzir os estímulos a partir do ano que vem.
O BCE manteve as taxas de juros em mínimas recordes, bem como confirmou que as compras de títulos seguirão em 60 bilhões de euros por mês pelo menos até dezembro, dizendo que pode até aumentar ou expandir essas operações, se necessário.
As decisões anunciadas nesta quinta-feira devem surpreender investidores que esperavam que o BCE começasse a estabelecer as bases para um corte dos estímulos monetários porque a economia cresce em ritmo robusto, a ameaça de deflação há muito desapareceu e o desemprego vem caindo rapidamente.
Analistas consultados pela Reuters não previam qualquer alteração na política monetária, mas esperavam que as compras de bônus fossem reduzidas em um terço em uma decisão mais no fim deste ano.
Também nesta quinta-feira, o BCE reduziu algumas de suas projeções para inflação, a fim de refletir o fortalecimento do euro, além de elevar as estimativas de crescimento após a economia da região registrar o melhor ritmo de crescimento em uma década.
O órgão agora prevê uma inflação de 1,5 por cento em 2017, e de 1,2 por cento em 2018, ante expectativas de 1,5 por cento e 1,3 por cento, respectivamente, divulgadas no mês de junho.
Já o crescimento econômico foi projetado pelo BCE em 2,2 por cento, maior que a expansão de 1,9 por cento esperada anteriormente.
Por Balazs Koranyi e Francesco Canepa
Fonte: Investing
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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

News do Dia: Petróleo continua a subir com mercados se recuperando de Harvey
SigaOLucrosetembro 06, 2017 0 comentários

© Reuters
Contratos futuros de petróleo dos EUA estavam em alta nesta quarta-feira, já que as refinarias norte-americanas continuavam a retomar as operações e investidores aguardavam dados dos estoques norte-americanos para avaliar o impacto do furacão Harvey na oferta e na demanda.
O contrato com vencimento em outubro do petróleo bruto West Texas Intermediate estava cotado a US$ 49,09 o barril às 10h00 (horário de Brasília), alta de US$ 0,43 ou em torno de 0,82%.
Do outro lado do Atlântico, contratos de petróleo Brent com vencimento em outubro na Bolsa de Futuros ICE (ICE Futures Exchange) em Londres ganhavam US$ 0,60, ou 1,12%, e o barril era negociado a US$ 53,98, máxima de quatro meses.
Contratos futuros de gasolina com vencimento em outubro recuavam 0,75% para US$ 1,671, valor próximo aos níveis anteriores ao furacão Harvey atingir o continente na costa do Golfo do México nos EUA.
Os preços do petróleo se recuperaram na terça-feira, já que refinarias de petróleo, oleodutos e canais de navegação no Texas e na Louisiana iniciaram um retorno gradual das operações após a tempestade Harvey ter chegado ao coração da indústria norte-americana de energia 10 dias atrás.
Ainda assim, muitos analistas afirmam que levará meses para que a indústria norte-americana de petróleo se recupere totalmente do Harvey.
Nesta quarta-feira, o foco do mercado se voltava ao furacão Irma, uma tempestade de Categoria 5, que está se dirigindo a importantes rotas marítimas no Caribe.
Há outra tempestade tropical logo atrás de Irma no Atlântico, e outra em atividade no Golfo do México.
Investidores também estarão atentos às mais recentes informações semanais sobre os estoques norte-americanos de petróleo bruto e produtos refinados na quarta e na quinta-feira para avaliar o impacto que Harvey teve na oferta e na demanda.
Os relatórios serão divulgados um dia após o normal devido ao feriado do Dia da Trabalho nos EUA nesta segunda-feira.
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terça-feira, 5 de setembro de 2017

News do Dia: Fique por dentro das 5 principais notícias do mercado desta terça-feira
SigaOLucrosetembro 05, 2017 0 comentários

© Reuters. 5 fatos principais do mercado nesta terça-feira
Confira as cinco principais notícias desta terça-feira, 5 de setembro, sobre os mercados financeiros:
1. Bolsas de todo o mundo desiguais com Coreia do Norte ainda pesando
A maior parte das bolsas de valores de todo o mundo negociava em alta nesta terça-feira, com a maioria dos índices deixando de lado as tensões geopolíticas enquanto operadores norte-americanos voltam às suas mesas após o feriado do Dia do Trabalho.
As bolsas norte-americanas pareciam preparadas para acompanhar as bolsas do mundo que registraram perdas na segunda-feira após a Coreia do Norte realizar seu sexto e mais poderoso teste nuclear até agora durante o fim de semana. O mercado futuro dos EUA registrava pequenas perdas nesta terça-feira, já que bolsas de outros países se recuperavam do sentimento avesso ao risco do dia anterior. Às 07h05 (horário de Brasília) desta quarta-feira, o blue chip futuros do Dow caía 49 pontos, ou 0,22%, os futuros do S&P 500 recuavam 0,23%, enquanto o índice futuro de tecnologia Nasdaq 100tinha queda de 11 pontos ou 0,18%.
Do outro lado do Atlântico, as bolsas europeias negociavam em alta, já que as preocupações com a Coreia do Norte deram lugar às negociações e alguns investidores optaram por comprar na baixa. Às 07h06 (horário de Brasília), a referência Euro Stoxx 50ganhava 0,29%, o DAX da Alemanha subia 0,77% enquanto o FTSE 100 de Londres avançava 0,07%.
Mais cedo, as bolsas asiáticas encerraram em diferentes direções nesta terça-feira, com Xangai fechando no azul após dados econômicos positivos, ao passo que o Nikkei 225 do Japão e o KOSPI da Coreia do Sul permaneceram cautelosos devido a especulações de que Pyongyang estaria fazendo preparativos para o possível lançamento de outro míssil balístico intercontinental em 09 de setembro.
2. Dólar estável antes de discursos de membros do Fed
O dólar permanecia estável frente a outras importantes moedas nesta terça-feira, já que as tensões atuais com a Coreia do Norte continuavam a dominar a percepção do mercado e investidores aguardavam uma série de aparições de membros do Federal Reserve com expectativas de obter indicações sobre a trajetória futura da política monetária dos EUA.
Lael Brainard, dirigente do Fed, fará discurso no Economic Club de Nova York às 08h30 (horário de Brasília).
Neel Kashkari, presidente do Fed de Mineápolis, e Robert Kaplan, dirigente do Fed de Dallas, participarão de diferentes sessões com moderação de perguntas e respostas às 14h10 (horário de Brasília) e 20h00, respectivamente.
Ainda em pauta, investidores analisarão a divulgação das encomendas à indústria em julho, com divulgação prevista para as 11h00 (horário de Brasília).
Antes desses eventos no calendário, o índice dólar, que mede a força da moeda frente a uma cesta ponderada de seis principais divisas, avançava apenas 0,03% para 92,60 às 07h07 (horário de Brasília).
3. Petróleo sobe com refinarias voltando à atividade
Os preços do petróleo subiam nesta terça-feira, já que a demanda se recuperou e as refinarias norte-americanas começaram a retomar as operações.
Refinarias de petróleo, oleodutos e canais de navegação no Texas e na Louisiana iniciaram um retorno gradual das operações após a tempestade Harvey ter chegado ao coração da indústria norte-americana de energia há mais de uma semana.
Contratos futuros de petróleo dos EUA avançavam 1,10% para US$ 47,81 às 07h08 em horário de Brasília, enquanto o petróleo Brent subia 0,27%, com o barril negociado a US$ 52,48.
Participantes do mercado estarão atentos às mais recentes informações semanais sobre os estoques norte-americanos de petróleo bruto e produtos refinados na quarta e na quinta-feira para avaliar o impacto que Harvey teve na oferta e na demanda.
Os relatórios serão divulgados um dia após o normal devido ao feriado do Dia da Trabalho nos EUA nesta segunda-feira.
4. Bitcoin continua a cair devido à proibição da China
O bitcoin e outras principais critptomoedas continuavam a cair nesta terça-feira, recuando de máximas recordes enquanto operadores norte-americanos retornavam às suas mesas, após a China ter proibido indivíduos e organizações levantarem fundos através de ofertas iniciais de moedas (ICO, na sigla em inglês), afirmando que a prática constituía captação ilegal de recursos.
Operadores demostravam preocupações com mais informações divulgadas nesta terça-feira pela Yicai, veículo da imprensa financeira da China, afirmando que a segunda maior economia do mundo estaria preparada para endurecer ainda mais as regras sobre moedas virtuais.
bitcoin caía para US$ 4.159,90, queda de US$ 40,50 ou cerca de 1% às 07h09 (horário de Brasília). A moeda digital chegou a atingir a máxima recorde de US$ 4.911,80 durante o fim de semana.
ethereum, rival mais próximo do bitcoin em termos de capitalização de mercado, tentava se recuperar da queda de 16% do dia anterior. Às 07h11 (horário de Brasília), a criptomoeda estava praticamente inalterada, cotada a US$ 295,92. No sábado, chegou brevemente ao pico recorde de US$ 394,78.
5. Atividade de setor de serviços de todo o mundo permanece robusta
O setor privado da China está crescendo em seu ritmo mais acelerado em seis meses, de acordo com novos dados divulgados durante a noite.
A Caixin, empresa de dados, informou que o índice da atividade dos gestores de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços subiu para 52,7, o ritmo mais acelerado desde fevereiro, superando expectativas de pequeno aumento para 51,8.
Na Europa, uma leitura na zona do euro apresentou queda para a mínima de sete mesesem agosto, mas permanecia em nível correspondentes a uma expansão saudável da atividade.
O Reino Unido também mostrou um desempenho um pouco pior do que o esperado, com a atividade caindo à mínima de 11 meses. No entanto, a leitura de 53,2 ficou confortavelmente acima da linha divisória de 50 pontos entre expansão e contração.
Nos EUA, investidores terão que esperara a publicação do PMI do ISM sobre a atividade não industrial em agosto, que será divulgado na quarta-feira.
Fonte: Investing
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